O que a ciência diz sobre a
testosterona feminina
Cada ingrediente do Testo Boost foi selecionado com base em estudos publicados em periódicos científicos revisados por pares. Aqui você entende o mecanismo, vê os dados e lê as fontes.
O hormônio que a medicina feminina ignorou por décadas
Por muito tempo, o foco da saúde hormonal feminina foi apenas o estrogênio e a progesterona. Mas a testosterona — sim, as mulheres produzem testosterona — é o hormônio que governa diretamente o desejo sexual, a energia, o humor e a sensação de vitalidade.
No climatério (pré, peri e pós-menopausa), os níveis de testosterona livre caem até 50%. Esse declínio é responsável por boa parte dos sintomas que as mulheres enfrentam: queda de libido, fadiga, baixa autoestima, dificuldade de excitação e distância emocional.
O Testo Boost foi formulado especificamente para atuar nesse mecanismo — usando ativos naturais com evidência clínica de que elevam ou liberam testosterona biodisponível. É o único suplemento feminino no Brasil com esse foco.
8 ativos. 1 objetivo.
Clique em cada ingrediente para entender o mecanismo e ler os estudos.
Feno-Grego
Trigonella foenum-graecum
O despertar do desejo feminino comprovado em ensaios clínicos randomizados
O feno-grego contém saponinas esteroidais — especialmente protodioscina — que o organismo converte em precursores da testosterona. Estudos duplos-cegos mostraram que mulheres que tomaram extrato padronizado de feno-grego relataram aumento significativo do desejo sexual, frequência de fantasias, excitação e satisfação íntima em comparação ao placebo.
As saponinas do feno-grego inibem as enzimas 5α-redutase e aromatase, reduzindo a conversão de testosterona em outros hormônios. O resultado é maior disponibilidade de testosterona livre circulante — justamente o que declina no climatério.
Boro
Boron (B)
O mineral que "libera" a testosterona presa — e quase ninguém sabe disso
O boro é um mineral traço raramente discutido, mas com papel crucial no metabolismo hormonal feminino. Ele reduz os níveis de SHBG (globulina ligadora de hormônios sexuais) — a proteína que "prende" a testosterona e a torna inativa. Menos SHBG significa mais testosterona livre circulando e agindo no organismo.
O boro modula a ação do SHBG e influencia o metabolismo do magnésio e da vitamina D. Em estudos com mulheres na pós-menopausa, a suplementação com boro elevou os níveis de estradiol e testosterona, e reduziu a excreção urinária de cálcio — beneficiando também a saúde óssea.
Zinco
Zinc (Zn)
Sem zinco, o organismo não consegue produzir nem manter a testosterona
O zinco é co-fator essencial das enzimas envolvidas na síntese de testosterona. Sua deficiência — extremamente comum no climatério, especialmente em mulheres com alimentação pobre em proteínas animais — causa queda direta nos níveis de testosterona sérica. Um ensaio clínico randomizado publicado no PubMed mostrou que a suplementação de zinco em mulheres pós-menopáusicas elevou testosterona e melhorou a função sexual.
O zinco inibe a aromatase — enzima que converte testosterona em estrogênio — e participa diretamente na síntese de testosterona pelas células de Leydig. Também é essencial para a função dos receptores androgênicos.
Vitamina D
Cholecalciferol (D3)
Tecnicamente um pró-hormônio — regula diretamente os hormônios sexuais femininos
A vitamina D não é apenas uma vitamina — ela age como um pró-hormônio com receptores em praticamente todos os tecidos do corpo, incluindo os ovários. Sua deficiência (extremamente prevalente) está associada à piora dos sintomas da menopausa: mais ondas de calor, maior queda de libido, secura vaginal e humor deprimido. Estudos clínicos mostram que a suplementação melhora sintomas vaginais, sexuais e urológicos em mulheres pós-menopáusicas.
Os receptores de vitamina D (VDR) presentes nos tecidos reprodutivos femininos regulam a expressão de genes relacionados à produção de estrogênio e testosterona. Além disso, a vitamina D reduz a fadiga crônica — um dos maiores inibidores do desejo sexual.
L-Arginina
Precursora do Óxido Nítrico
O mesmo mecanismo do Viagra — porém natural e voltado para mulheres
A L-Arginina é convertida no organismo em óxido nítrico (NO) — um vasodilatador que aumenta o fluxo sanguíneo para os tecidos genitais. Nas mulheres, isso resulta em maior lubrificação natural, aumento da sensibilidade clitoriana e intensificação das sensações durante a atividade sexual. Um estudo publicado no PubMed com mulheres em diferentes estágios da menopausa mostrou melhora significativa da função sexual com suplementação contendo L-Arginina.
L-Arginina → Óxido Nítrico (NO) → vasodilatação → maior fluxo sanguíneo genital → mais lubrificação, sensibilidade e facilidade de excitação. O processo é análogo ao mecanismo de medicamentos para disfunção sexual masculina.
Complexo B
B1, B2, B3, B5, B6, B9, B12
O combustível que o corpo precisa para produzir e responder aos hormônios
As vitaminas do complexo B são cofatores essenciais de centenas de reações enzimáticas, incluindo a síntese de neurotransmissores (serotonina, dopamina) e o metabolismo dos hormônios esteroides. Durante a menopausa, a deficiência em B6 e B12 é especialmente comum e contribui para humor deprimido, névoa mental, fadiga e perda de desejo — todos sintomas que reduzem a receptividade sexual.
B6 regula a produção de dopamina e serotonina — neurotransmissores que influenciam o humor e o desejo. B12 e B9 (folato) são essenciais para a metilação, processo que controla a expressão de genes hormonais. B3 (niacina) apoia a vasodilatação e a energia mitocondrial.
Vitamina E
Tocoferol
Proteção antioxidante e alívio dos sintomas vaginais na menopausa
A vitamina E é um potente antioxidante lipossolúvel que protege as membranas celulares do estresse oxidativo — fator que se intensifica durante a menopausa. Estudos clínicos mostram que sua aplicação e uso oral melhoram a atrofia vaginal, reduzem a secura e o desconforto na relação, e auxiliam na regulação dos lipídios — ligados ao equilíbrio hormonal.
A vitamina E reduz a peroxidação lipídica nos tecidos reprodutivos, protegendo receptores hormonais do dano oxidativo. Também melhora a microcirculação vaginal e tem efeito anti-inflamatório local — tornando a intimidade mais confortável e prazerosa.
Selênio
Selenium (Se)
Cofator da tireoide — quando a tireoide não funciona, nenhum hormônio funciona
O selênio é essencial para a produção das selenoproteínas — enzimas que regulam a função da glândula tireoide e combatem o estresse oxidativo sistêmico. A tireoide tem papel central na regulação de todos os hormônios sexuais: quando ela está sobrecarregada (o que é comum no climatério), os níveis de testosterona, estrogênio e progesterona se desequilibram ainda mais. Estudos mostram que a suplementação de selênio melhora marcadores hormonais e reduz a inflamação.
O selênio é cofator da iodotironina desiodinase — enzima que converte T4 inativo em T3 ativo. Também integra a glutationa peroxidase, principal sistema antioxidante do organismo, reduzindo danos oxidativos aos tecidos reprodutivos e hormonais.
Cada ingrediente amplifica o outro
A eficácia do Testo Boost não está em um ingrediente isolado — está na sinergia entre todos.
Um único alvo: testosterona livre biodisponível
Feno-grego e zinco inibem a aromatase (que destrói a testosterona). Boro reduz o SHBG (que prende a testosterona). Vitamina D ativa os receptores que respondem à testosterona. L-Arginina amplifica o efeito nos tecidos genitais. B e selênio garantem que o organismo tenha energia e equilíbrio para responder. Cada peça tem sua função — juntas, formam o único suplemento feminino no Brasil focado em testosterona livre.
Os estudos por trás da fórmula
Publicações científicas que embasam cada escolha do Testo Boost.
Zinco eleva testosterona e melhora função sexual em mulheres pós-menopáusicas
Ensaio clínico randomizado demonstrando aumento da testosterona sérica e melhora da função sexual após suplementação de zinco em mulheres na pós-menopausa.
Boro eleva estradiol e testosterona em mulheres pós-menopáusicas
Nielsen et al. demonstraram que 3mg/dia de boro elevaram estrogênio e testosterona sérica, com melhora no metabolismo de cálcio e magnésio.
Vitamina D melhora função vaginal, sexual e urológica na pós-menopausa
Revisão sistemática publicada na Nutrients mostrando efeitos terapêuticos da vitamina D comparáveis a terapias hormonais tópicas para sintomas genitourinários.
L-Arginina melhora função sexual em mulheres de diferentes estágios de menopausa
Estudo clínico mostrando que fórmula contendo L-Arginina melhorou desejo, excitação, lubrificação e satisfação sexual em mulheres pré e pós-menopáusicas.
Vitamina E melhora índice de maturação vaginal e reduz atrofia
Estudo publicado na PMC (National Library of Medicine) demonstrando que vitamina E melhora clinicamente a atrofia vaginal e a função sexual em pós-menopáusicas.
Extrato de feno-grego aumenta desejo e satisfação sexual feminina
Ensaio com 45 mulheres mostrando melhora significativa no desejo sexual, excitação, frequência de fantasias e satisfação com sono e bem-estar geral vs. placebo.
Ciência aplicada ao
seu bem-estar
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